Arquivo do mês: janeiro 2008

Minha cidade temperada

  Clima em Curitiba tem personalidade. Isso acontece a tal ponto que, em outras cidades, você até pode usar o clima como assunto típico de amenidades com quem não se quer falar de verdade, mas em Curitiba é diferente. Aqui, … Continuar lendo

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Nosso sábado há de chegar

  Hoje é impossível. Porém, é possível dizer que você me conhece mais, muito mais, que gentes e gentes que vivem a minha volta. Claro, que esse povo todo não sabe mais que o Sr. Francisco, cujo verdadeiro nome é … Continuar lendo

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Ensaio sobre a certeza

  “Não tenho certeza de nada.” Ela repetia em meio a idéias repensadas e mal desejadas de suas tias gordas e invejosas. “Ela carrega cruz pesada”, repetia a mãe da verdadeira heroína do tempo da incerteza para aquelas tias solteironas. … Continuar lendo

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Não há palavras de conforto no final de estação

  Saudade e nostalgia. Estes eram seus sentimentos de final de estação. O trem chegou e em sua vista o brilho do dia nublado fez encher de luz as escadas para mais uma cidade aparentemente desconhecida. Medo e solidão. Havia … Continuar lendo

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Primeiros passos

  Decidir é preciso. Não há segredo ou vontade que possa omitir o peso da decisão. É como dar o primeiro passo ou tentar vários passos de uma só vez. Feito louco, alucinado. Um entusiasta da vida. Afinal, decidir requer … Continuar lendo

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Cartas ao meu bem

  As caixas e os papéis continuavam espalhados em sua mesa e nos balcões ao seu redor. Parecia uma favela bem montada e amontoada de entulhos gráficos. Havia vermelho em profusão em meio ao marrom e bege das embalagens abertas … Continuar lendo

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Quando escrevo silêncio

    Passou os dedos por sobre o teclado. Com suavidade, sem apertar tecla alguma. Precisava escrever, desabafar e dizer ao papel tudo que não pode contar para quem não conta.   Da realidade fez a tristeza pálida do dia … Continuar lendo

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