Arquivo do mês: janeiro 2011

O homem que pulou a janela

“Qualquer dia, eu pulo.” Ele repetia para seu pai em meio a um sorriso de moleque. O pai fazia de conta que não sabia do que ele falava. Era mais fácil para os dois manter a brincadeira e não rir … Continuar lendo

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A morte da arte

Passei os últimos dias pensando demais. Refleti tanto sobre vastos temas e, numa dessas conversas inesperadas de bar, encontrei convergência para muitos de minhas frases soltas na forma de idéias. Foi um ensaio, um papo descolado, sobre a morte do … Continuar lendo

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O silêncio do sol

Ele acordou depois de 45 minutos. Sentiu o lençol gelado do outro lado da cama. Esticou as pernas até ouvir as juntas rasparem. Ouviu o latir do cachorro do vizinho e sentou na ponta do colchão. O piso liso e … Continuar lendo

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Escatologias, urubus e abutres

Imaginemos uma batalha pela vida envolvendo urubus, abutres e hienas. Garanto que em seus rasantes enfurecidos os penáceos prevaleceriam na querela. Quando o assunto é abutre então, o fato é indiscutível pelo tamanho da criatura. As hienas levariam a pior, … Continuar lendo

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