MicroNatal

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I

Um dia sentei numa cadeira da cozinha, encostado ao azulejo gelado da parede. Escutei ele falar sobre amor, sobre panelas e sobre sonhos. Imaginei um futuro no natal. Cada prato uma festa, cada festa uma palavra e um jeito de me ajudar a contar estórias. Nenhuma tinha fim, pois a minha mal chegara a metade, metade do que eu imaginava, desejava. E a lembrança se desfez em mais uma saudade.

Sobre Belão

Escritor, Professor e Publicitário. Não necessariamente nessa ordem. "Ele soava como um delírio de uma mente cansada da banalidade do segunda-à-sexta. Parecia daqueles que desfilam descuidados pelas ruas, sem se deixar afetar por nada ou ninguém. Com estilo próprio por excelência de consciência e com personalidade mais do que confusa pela falta de linearidade de todas suas idéias, pensamentos, ironias, citações e crises apocalípticas de descontentamento pelo mínimo que o existir exige."
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