A matemática dos dias

Escritor Felipe Belão

Felipe Belão

 

Minha contas são literárias e viram contos.
Meus problemas se transformam em poemas.
Minhas tristezas eu transmuto em letras.
Meu passado eu revelo nu e cru em páginas nas quais me exponho.
Sou escritor bicho forte e nativo do Brasil, sou desses que amam.
Minha cidade, linda Curitiba, é palco; a Vila Fany um orgulho. Minhas escapadas para São Paulo, interior do Paraná e para a beleza do Rio de Janeiro, o recanto das Ilhas do Mel e do Cardoso me revelam em parágrafos de sutilezas. Sou de amar as Bahianas, as Gaúchas e as Mineiras. Sou inteiro de várias Catarinas que me lêem. Sou do carinho e acolhimento do Canadá. Pertenço aos meus amigos espalhados pelo globo.
Tudo porque amo mais do que posso carregar. Solto para o mundo minha palavra, o que acredito e meus valores. Sou de viver de paixão.
Neste mês algo curioso aconteceu: várias peças se encaixaram feito o final de fase do Candy Crush.
A felicidade da realização mostrou seu rosto e me entregou carinho.
Terminei minha terceira obra autoral, quarta de minha carreira literária. Essa é minha matemática: 30 anos e muito texto pela frente.
Nada veio fácil. Tudo pode passar, mas o livro é filho que não envelhece. O trabalho não me assusta. Sigo no caminho que o Seu Belão me ensinou.

 

E, ainda este mês, no dia 26 de meu aniversário, em meu bar do coração, acontecerá a Pré-estréia com preço promocional de meu novo livro:
No Lugar do meu Pai, Eu.

Meu presente é sua presença.

(em breve mais informações aqui e na minha página do facebronx)

 

Sobre Belão

Escritor, Professor e Publicitário. Não necessariamente nessa ordem. "Ele soava como um delírio de uma mente cansada da banalidade do segunda-à-sexta. Parecia daqueles que desfilam descuidados pelas ruas, sem se deixar afetar por nada ou ninguém. Com estilo próprio por excelência de consciência e com personalidade mais do que confusa pela falta de linearidade de todas suas idéias, pensamentos, ironias, citações e crises apocalípticas de descontentamento pelo mínimo que o existir exige."
Esse post foi publicado em arte, bigode, Canadá, Curitiba, declarações, Escola da Vida, esperança, Eu., gosto das coisas, Literatura, livro, livro do Belão, Sonhos e marcado , , , , , , . Guardar link permanente.

5 respostas para A matemática dos dias

  1. Mayara Godoy disse:

    Parabéns, Belão! Sucesso!!!

  2. Ana de Matos disse:

    Tá iradiando felicidade. Aguardamos a pré-estreía do filhote. 🙂

  3. Belão disse:

    Valeu, May! muito grato =)

  4. Belão disse:

    Opa! pode deixar, Ana! faço questão de vcs lá, ein!

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