8 respostas para Você acha que me conhece e não sabe de nada

  1. lifewithka disse:

    Adorei o texto, blog incrível parabéns 🙂
    http://lifewithka.wordpress.com/

  2. Belão disse:

    muito agradecido, Ka!

  3. Algumas raras pessoas conseguem traduzir em palavras, sentimentos que não consigo nomear em mim…
    “Se um dia briguei, foi pela velha mania de dar mais valor às ideias que ao dinheiro. O velho italiano-residente estranho que acredita em ser independente de rótulos. Um incurável romântico que ainda espera ser compreendido e, só então, finalmente amado.”
    Lindo de ler!

  4. Belão disse:

    Valeu, Viviane! Fico muito feliz que as pessoas se identifiquem. A arte nos ajuda a mostrar que não estamos sozinhos …

  5. Levei o trecho para passear no meu perfil do FB… resisti, resisti, mas hoje não aguentei… Beijão!

  6. Levei o trecho para passear no meu perfil do FB… resisti, resisti, mas hoje não aguentei… Beijão!

  7. Belão disse:

    fico muito honrado, Viviane. Me marca lá pra eu curtir hehehe =)

  8. Edward Neto disse:

    Neste texto meio que me vi nele, porque muitos olham para nós mas não sabem nem a metade do que passamos a cada dia. Também já pensei em muitas vezes de largar o que faço para voltar a fazer nada praticamente. Isso porque sempre falam, porque você faz isso, não da dinheiro ou isso ou aquilo, mas penso, faço o que gosto e sei que estou feliz com isso, não me importa se não é medicina ou algo que da muito dinheiro, e o que importa é o que gosto. Gostei muito dessas partes: “Claro que fico cansado, sozinho, triste e me sentindo mal. Tenho lá meus momentos afinal de contas. Penso em largar tudo umas três vezes por dia, todo dia. Porém, sinto que estou maduro a ponto de que a única coisa que me ainda deixa nervoso é a injustiça.” e este último parágrafo também ” No silêncio da minha casa, não cabe julgamento. Ao cair da minha madrugada, só serve a paz. Se um dia fiz guerra, foi porque acreditei na causa. Se um dia briguei, foi pela velha mania de dar mais valor às ideias que ao dinheiro. O velho italiano-residente estranho que acredita em ser independente de rótulos. Um incurável romântico que ainda espera ser compreendido e, só então, finalmente amado.”

    Parabéns Felipe.

    Att. Eduardo

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