Quando nos conhecermos

Vidro gelado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nem sempre eu sei. Olho meu reflexo no vidro da janela. Frio o vidro da janela.
E eu não sei o que está acontecendo. Sei que excedi limites. Que desprezei
barreiras em busca de conhecimento. Enlouqueci em busca de sanidade.
Eu mergulhei em um universo de mim mesmo. Quem poderá me resgatar.
A quem cabe o papel do resgate? Acredito que só a mim mesmo cabe esse limite, essa barreira e este resgate.
Acho que estou na beira do limite do resgatável. Não desejo voltar, no entanto. Quero ir mais fundo na memória do mundo de mim mesmo e a respeito de nós dois. Seja lá o número dois que sirva. Seja lá o futuro que me reserva.
Que eu cresça, junto cresçamos. Quando nos conhecermos, afinal
entenderemos.
 
 

Sobre Belão

Escritor, Professor e Publicitário. Não necessariamente nessa ordem. "Ele soava como um delírio de uma mente cansada da banalidade do segunda-à-sexta. Parecia daqueles que desfilam descuidados pelas ruas, sem se deixar afetar por nada ou ninguém. Com estilo próprio por excelência de consciência e com personalidade mais do que confusa pela falta de linearidade de todas suas idéias, pensamentos, ironias, citações e crises apocalípticas de descontentamento pelo mínimo que o existir exige."
Esse post foi publicado em intensidade, loucura, viver. Bookmark o link permanente.

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